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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Projeto Traduções lança o nº 548


O Projeto Traduções lançou nesse dia 27 de janeiro de 2011, o nº 548 da série, "Voo de Teste para a Terra" (Testflug zur Erde), de H. G. Francis.

O episódio continua a saga do ciclo "O Enxame", o 8º da série, e narra as aventuras do grupo de cientistas baseado no Mundo dos Cem Sóis, dos Posbis, e a experiência com um artefato que pode acabar com a imbecilização na galáxia, e que deve ser testado na Via Láctea.

O exemplar já foi enviado aos participantes do Projeto.

Uma amostra do episódio está disponível no link abaixo.

http://www.4shared.com/file/n2t8Euya/PR_-_548_-_Voo_de_Teste_para_a.html

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Júpiter - O livro


Como havia sido noticiado aqui, em abril de 2010, está sendo lançado na Alemanha agora em janeiro de 2011, pela editora Heyne, o romance de Perry Rhodan, "Júpiter". Trata-se de uma obra memorável, o maior romance de Perry Rhodan já escrito; três autores dividem a elaboração da história: Wim Vandermaan, Christian Montillon e Hubert Haensel.

A ideia original foi de Klaus Frick, redator chefe da série. Ter o maior planeta do sistema solar como pano de fundo para o maior romance de Perry Rhodan já escrito, e pela primeira vez por três autores.

O fato de se narrar aventuras, mistério e o desconhecido dentro do sistema solar, podendo-se dizer, ao lado da Terra, fascinou os envolvidos no projeto.
Nada melhor que o gigante gasoso, com seu enorme sistema de satélites - um verdadeiro sistema à parte - para ambientar uma história de tal magnitude.

O que haverá nas profundezas de sua atmosfera? Havia a necessidade de um trabalho de pesquisa, tanto no Perryverso como na realidade. Foi consultado um astrofísico em Berlim, que só confirmou as possibilidades e o acerto da escolha de Júpiter. Trata-se de um planeta estranho, fascinante e sensacional. Sua gravidade nas camadas superiores da atmosfera parece ser maior do que na direção do centro do planeta. Ainda não se tem certeza se possui ou não um núcleo sólido. Isso ainda terá de se esperar para o futuro, quando houver a possibilidade de se mandar uma sonda até as profundezas do planeta.

Um planeta 1300 vezes maior que a Terra - 1300 mundos em um - não é já, algo fascinante, que excita a imaginação?

Hubert Haensel se foca e dá destaque a dois personagens: Reginald Bull e Homer G. Adams, duas figuras que estão presentes desde os primórdios da série, no 1º ciclo. Um, personificando a garra dos terranos e o outro, a inteligência a estratégia.
O local de ação de Haensel se dá em Ganimedes, a maior lua de Júpiter e do Sistema Solar; um lugar transbordante de vida, na história - e onde vive uma raça especial, os ganimedanos. No entanto, infelizmente, um mundo que parece não ter futuro, pois uma catástrofe planetária é iminente.

Christian Montillon se concentra no interior da atmosfera do planeta e as tramas do poderoso sindicado Pescadores de Cristal, e os reais motivos de suas atividades contra o governo. E MERLIN, o maior parceiro comercial do sindicato.
E como personagem, Mondra Diamond e seus contatos com MERLIN e as tramas do último capítulo, chamado "A queda de Ganimedes".

Wim Vandermaan se centraliza em Perry Rhodan como seu nível de ação. Nas profundezas de Júpiter, Rhodan encontra o enviado de uma cultura estrangeira, mas corre o risco de afundar no turbilhão de acontecimentos cósmicos - e o sistema solar pode ser tragado pelo abismo.

Os autores tiveram de fazer um trabalho sincronizado e harmonioso, pois as aventuras e ações que envolvem um personagem se entrelaçam e refletem em outro. Assim, o que Mondra faz, e seus problemas com MERLIN, tem um impacto na estratégia de Homer G. Adams e nas ações de Reginald Bull, que por sua vez podem mudar drasticamente a situação de MERLIN.

Os tres autores tem objetivos semelhante: fazer com que Perry Rhodan, Reginald Bull, Homer G. Adams e Mondra Diamond superem os problemas e não tenham um mau destino; as lutas contra os inimigos, as relações com os amigos, e fazer amizades onde nunca se julgou possível - as profundezas de Júpiter.

O livro é em brochura e tem cerca de 1000 páginas. Custa 19,90 euros na Europa.

Com excertos de texto de Wim Vandermaan.

http://perry-rhodan.net/aktuell/logbuecher/2011012601.html

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Lançamento da semana



Lançado hoje na Alemanha o nº 2579 da série, "O Jogador e os Mortos" (Der Spieler und die Toten), de Marc A. Herren, capa e ilustração de Swen Papenbrock.

Personagens principais:
Alaska Saedelaere - O mascarado vive um drama e visita lugares ambientes instáveis.
Eroin Blitzer - O Commo'Dyr descobriu a morte.
Vetri - O supervisor não está entusiasmado.
Orsen Tafalla e Gommrich Dranat - Em seu papel como chanceler, enganam e se odeiam imensamente.
Samburi Yura - A comissária dos cosmocratas enfrenta seu primeiro teste sério.

Na Via-Láctea registra-se o ano 1463 NCG (Novo Calendário Galático), que corresponde ao ano 5050 do antigo calendário.
Depois de mais de cem anos em que houve paz na galáxia, a guerra retornou à Terra.
O catalisador são as Estações Polyport, evidências de um passado distante, que criaram conflitos com a Frequência Monarquia, que acordou de um sono milenar para reclamar seu controle sobre várias galáxias.

Os terranos e seus aliados lutam amargamente - e descobrem o calcanhar de Aquiles de Vatrox - os mestres da frequência monarquia. Os Vatrox são levados aos mundos de hibernação - e tem a possibilidade de um "renascimento" - se apoderando das consciência livres de um povo. No entanto isso não elimina todos os riscos. Há ao menos dois seres espirituais, rivais dos Vatrox.
Em particular VATROX-VAMU aparece como um rival e adversário, e tem um papel central na tarefa de alcançar a energia psíquica da superinteligência AQUILO.

Entretanto, o imortal, portador da máscara, Alaska Saedelaere, com a nave LUMINOSA, procura Samburi Yura e o segredo do tempo rosa. E ele encontra O JOGADOR E OS MORTOS...

http://perry-rhodan.net/produkte/hefte/1/2579.html

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Nathan



As complexidades da formação e manutenção de uma civilização galática, levou o governo da Terra a conceber, planejar e construir um supercomputador para ajudar nos mais variados assuntos, a humanidade.
Assim nasceu Nathan, que não pode ser considerado apenas um computador - por maior que seja - pois além de controlar praticamente a vida na Terra, atrávés do planejamento e controle do clima, controle de tráfego terrestre e aéreo, transmissões de rádio, televisão, controle de satélites dos mais variados tipos, etc..., também tem personalidade própria, desde que foram implantados componentes biológicos, com a massa celular do plasma do Mundo dos Cem Sóis, dos Pos-Bis.
Além de tudo isso, todo o conhecimento adquirido e acumulado pela humanidade ao longo dos séculos está armazenado em seus bancos de memória. Portanto, os habitantes do Sistema Solar, principalmente os da Terra e Lua são completamente dependentes dele.

A máquina foi instalada no subsolo lunar, entre os anos de 2040 e 2100, e sua positrônica ocupa uma área de 42 km², tendo uma massa de 350 mil metros cúbicos de plasma celular dos Pos-Bis. Tem um complexo de armas ofensivas, como canhões de antimatéria, desintegradores e canhões térmicos, e defensivas, como o escudo paratron e transmissores fictícios, projetores antigravitacionais, etc...

Sua capacidade supera em muito a do antigo computador regente de Árcon.

A importância de Nathan para a humanidade pôde ser constatada durante a invasão dos Lares, que queriam obter o conhecimento geral da humanidade, tendo sido levada uma operação de guerra, a fim de conserva-la para os humanos. Os perigos de uma máquina extremamente complexa e com personalidade própria também ficaram expostos nessa ocasião.

Durante o Grande Plano, foi parte importante na operação planejada por AQUILO, e após a queda no Abismo do Turbilhão Estelar foi desligado por um longo tempo, até ser novamente posto em atividade para ajudar a humanidade em sua recuperação após a catástrofe.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

10º volume da nova edição dos Romances Planetários




Será lançado no dia 14 de janeiro na Alemanha, o número 10 da nova edição dos Romances Planetários, "Nave Fantasma CREST IV" (Geisterschiff CREST IV), de Kurt Mahr, publicada originalmente em 1979, no nº 191 dos Romances Planetários.

Eu me lembro que quando li o nº 368 da série Perry Rhodan, "Salto entre as Galáxias" (Von Galaxis zu Galaxis), também de Kurt Mahr, pensei que seria interessante uma história futura narrando o que aconteceu com a nave capitânia dos terranos, abandonada no nada, há mais de 30 milhões de anos-luz da Via Láctea, em um voo de dilatação, rumo à galáxia de origem.

O episódio foi publicado na Alemanha em 1968 e no Brasil, vinte anos depois, e naquela época eu praticamente não tinha informações sobre o universo Perry Rhodan e nem sabia da existência dos Romances Planetários, em um tempo sem a informação ágil da internet.

A história de "Nave Fantasma CREST IV" conta as aventuras de um comando especial que deve procurar a Crest IV, que está no vazio intergalático há mais de mil anos.
A tripulação da Hampton T, um cruzador de guerra da classe SOLAR, equipado com o novo propulsor dimesexta, sob o comando do coronel Kevan Duryeah, descobre a pista; mas verifica que o que deveria ser no espaço entre as galáxias, nem sempre o é. Seres estranhos e buracos negros são alguns dos desafios e problemas que encontram; e percebem que o que está em questão no vazio infinito não é apenas o destino de uma antiga espaçonave, mas o deles próprios.

Ainda há o desafio que os Rrhaal representam.

O comandante Duryeah parte em direção à Crest IV com um grupo de 182 pessoas; apenas 18 tripulantes ficam na HAMPTON T. Um ser solitário, chamado Kjaahrl, conta sua história.

A ilustração de capa do volume original é de Johnny Bruck; a da edição atual ficou a cargo de Dirk Schulz.

O livro de bolso tem 160 páginas e custa 3,90 euros na Alemanha.

http://perry-rhodan.net/aktuell/news/2011010501.html

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Atlan


O personagem Atlan foi criado a partir do 2º ciclo da série Perry Rhodan, e ganhou uma série própria, quando a série principal estava no 7º ciclo.
Foi e ainda é um dos personagens mais populares do universo Perry Rhodan.

A série, como uma sequência perene, como a série Perry Rhodan terminou, sendo substituida por miniciclos e lançamentos eventuais.

Mas poucos sabem - mesmo seus mais ardorosos fãs - que as histórias do arcônida estiveram perto de ser canceladas definitivamente.

Em meados de 2003 o panorama era crítico. A situação da série Atlan era um problema constante para o editor chefe. Os livros dos lançamentos dos Volumes Azuis não eram bons como antes. As vendas estavam em baixa e havia dificuldades inclusive de levar os exemplares para as livrarias. O catálogo disponível era deficiente, e os livros mais antigos já não estavam disponíveis nas livrarias e bancas, e só poderiam ser conseguidos por encomenda dos interessados.

Em uma reunião na editora Moewig, foi discutido se haveria uma reimpressão ou não. Ou se seria factível financeiramente manter os livros disponíveis e em constante produção.
Na feira do livro de Frankfurt, em 2003, Atlan foi um assunto discutido em reuniões de várias comissões. A editoria sabia que alguma coisa deveria ser feita para sair da crise existente.
A partir de outubro de 2003 foram definidas novas metas que deveriam ser aplicadas à Atlan. O miniciclo "Os Varganenses" foi uma delas, e foi divulgado na série principal e em outros meios de comunicação.
O desingn dos livros também passou por uma reformulação, pois era considerado antiquado por muitos; dentro dessa iniciativa, o artista Arndt Drechsler foi o responsável pelas novas capas. Autores como Hans Kneifel e Rainer Castor - veteranos em Perry Rhodan - foram chamados para escrever as histórias.
Miniciclos de seis ou doze episódios foram concebidos.

O resultado foi que as histórias independentes do personagem foram mantidas, de algum modo - mesmo que a série já tivesse terminado anos atrás - e novos lançamentos, como Atlan X, os Volumes Azuis, histórias da juventude de Atlan em Árcon e outros mundos durante sua fuga de Orbanaschol e também as histórias de sua estadia na Terra, no passado remoto, constantes nos Volumes Azuis, continuam a ser lançadas, além da participação do personagem na série principal, satisfazendo assim, os fãs que estavam inconformados com o cancelamento da série, e nem imaginavam o quão perto as séries paralelas do personagem estiveram do fim, reduzindo sua participação apenas à série principal.

Com excertos de artigo de Klaus N. Frick

http://perry-rhodan.net/aktuell/erinnerungen/2010122701.html