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terça-feira, 22 de junho de 2010

Aventura histórica de Atlan nos Romances Planetários


As aventuras temporais de Atlan (zeitabenteur), começaram a ser descritas nos Romances Planetários de Perry Rhodan e mais tarde foram compiladas e editadas nos volumes azuis de Atlan.
Este Romance Planetário nº 100, "O Continente em Guerra" (Der Kontinent des Krieges), de Hans Kneifel, capa de Johnny Bruck, foi originalmente publicado em abril de 1972.
Subtítulo: O solitário do tempo na Europa - no tumulto da guerra dos 30 anos.
Em 1645, Atlan é despertado pelo robô Rico, em sua cúpula submarina. Duas naves desembarcaram tripulantes na Terra. Uma nave pousou e outra ficou em órbita do planeta. Rico informa Atlan sobre a guerra de 30 anos que assola com fúria a Europa, especialmente a Alemanha. Atlan recebe todas as informações necessárias através de um hipnotreinamento. O arcônida sobe para a superfície com todos os equipamentos necessários. Ele encontra a artilharia francesa, a quem se apresenta como Atlan D'Arcogne. Ele auxilia os franceses com seus falcões e lobos robóticos. Atlan distribui armas e antibióticos entre os soldados e consegue 25 soldados experientes como escolta; assim, ele tem uma pequena e bem treinada força de combate, que equipa com suas armas. Ele obtem informações de que dois estranhos foram capturados em uma cidade vizinha. Um deles é uma mulher que deve ser queimada como bruxa, nos próximos dias. Atlan fica sabendo que os nomes dos prisioneiros são Radogyne e Vaskane. Atlan consegue libertar a mulher, Radogyne e tratar de seus ferimentos, e após alguns dias conquista uma certa confiança dela. Eles obtém algumas informações e decidem partir para Mergentheim, onde esperam encontrar Vaskane. Perto da aldeia onde estão, trava-se uma batalha entre os imperialistas de Mercy e os franceses sob o comando de Tourenne; Atlan e seus soldados intervem ao lado dos imperialistas e conseguem conquistar uma estratégica posição de artilharia. Ele encontra Vaskane, mas ele é mortalmente ferido e o aparelho que trás oculto em seu corpo e que permite chamar sua nave, se autodestrói; com isso Atlan perde a chance de escapar da Terra e tentar voltar para Árcon. 87 dia se passam e Atlan e a mulher alienígena Radogyne, tornam-se amantes. E, 2 de agosto de 1645, encontra-se com um grupo de estranhos em Allerheim. Atlan constata que não são da Terra. Ele se identifica como um astronauta perdido. O líder do grupo, chamado Usinas, fica horrorizado quando sabe da morte de Vaskane. Eles vem do planeta Creosa, onde as condições de vida estão muito ruins e estão planejando uma evacuação. Vaskane e Radogyne foram enviados para fazer um reconhecimento Vaskane tinha a intenção de salvar uma pequena elite de seu povo. Atlan explica sua situação. Apesar dos estranhos não conhecerem as coordenadas de Árcon, oferecem seu auxílio ao arcônida. Mas em 3 de agosto de 1645, se envolvem em nova batalha entre imperialistas, suecos e outros e a nave dos alienígenas acaba se incendiando e é destruída. Atlan, Radogyne e outros dez sobrevivem, mas estão presos na Terra.
Atlan e Radogyne ainda vivem juntos por dois anos no Mediterrâneo, mas o metabolismo da alienígena não se adapta às condições da Terra, não suporta e morre. Atlan volta a dormir em sua cúpula, sob as aguas profundas do oceano.

2 comentários:

  1. Eu achava que o Atlan, após despertar na época do império romano, não voltava a "hibernar" até a época da viagem do Rhodan a Lua...

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  2. Sim, é o que diz no volume "Últimos Dias de Atlântida". Mas isso não pode ser visto de modo absoluto. Dizem tb que Atlan tinha 10 mil anos, mas só de tempo hibernando, teve 10.500 pelo que diz o nº 70, já que ele dormia 500 anos a cada hibernação e na 21ª vez que acordou tinha o império romano.
    De qualquer forma é isso que diz o Romance Planetário. Que ele estava adormecido e depois voltou a dormir. Pode-se inferir tb que ele não ficava um longo tempo dormindo nessa época, e sempre que acontecia algo significativo, era acordado pelo robô.

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